
A miséria e a pobreza tem cor, tem melanina sim. E é negra. São os negros que compõem o maior contingente carcerário, são os negros que morrem ainda de causas não identificadas e não estudadas pela medicina brasileira, são os negros que mais lotam as filas de desempregados? pois não são selecionados pela ?boa aparência? descrita nas notas de jornal com vagas para emprego, são os negros que menos freqüentam os bancos escolares e, como conseqüência de tudo isso, são também os negros que menos tem acesso à universidade e a formação em profissões de linha de ponta na sociedade.
Isso a nossa grande mídia não fala. Dá publicidade ao crime organizado, mas não fala na real razão do crime, da exclusão e da miséria. Levar para a casa dos brasileiros a verdadeira realidade sobre a exclusão social e explicar a todos que a implantação do sistema de cotas como um conjunto de Ações Afirmativas para minimizar as desigualdades é compromisso da imprensa sim. Tem muito negro que se forma médico e está ofertando trabalho voluntário a quem precisa. Onde estão? Jornalistas e comunicadores, saiam de suas tocas, saiam de trás das mesas confortáveis das redações e busquem nas ruas estes questionamentos que uma até então estudante está colocando neste artigo.
Saiam e vejam que a sociedade brasileira tem que implantar, por um certo período, as políticas de cotas para o ingresso de negros e negras nas universidades públicas, saiam para as ruas e vejam que o ensino da cultura e da história afro-brasileira tem que ser desmistificado nas salas de aula. Saiam às ruas e vejam que o povo negro está oprimido na favela e está refém dos estereotipo que foram grudados em nossas cabeças.
Isso a nossa grande mídia não fala. Dá publicidade ao crime organizado, mas não fala na real razão do crime, da exclusão e da miséria. Levar para a casa dos brasileiros a verdadeira realidade sobre a exclusão social e explicar a todos que a implantação do sistema de cotas como um conjunto de Ações Afirmativas para minimizar as desigualdades é compromisso da imprensa sim. Tem muito negro que se forma médico e está ofertando trabalho voluntário a quem precisa. Onde estão? Jornalistas e comunicadores, saiam de suas tocas, saiam de trás das mesas confortáveis das redações e busquem nas ruas estes questionamentos que uma até então estudante está colocando neste artigo.
Saiam e vejam que a sociedade brasileira tem que implantar, por um certo período, as políticas de cotas para o ingresso de negros e negras nas universidades públicas, saiam para as ruas e vejam que o ensino da cultura e da história afro-brasileira tem que ser desmistificado nas salas de aula. Saiam às ruas e vejam que o povo negro está oprimido na favela e está refém dos estereotipo que foram grudados em nossas cabeças.
(TRECHO DO MEU ARTIGO CIENTÍFICO APRESENTADO COMO REQUISITO BÁSICO DA DISCIPLINA TEORIAS DA COMUNICAÇÃO I DO CURSO DE JORNALISMO DO CEUL/ULBRA, NO DIA 08/07/07)

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